O hoje muda tudo… outra vez.
Saio de Brasília cheio de orgulho e esperança no coração. Uma fé rara. Saio com a certeza de que presenciei o início de um outro Brasil.
Não é mais o que o povo quer. Agora ele exige. Durante o discurso no Palácio do Planalto ouvi atrás de mim Zés e Sebastianas gritando: “nóis vai cobrar.” Isso me arrepiou.
Sinto pena dos que só enxergam o aspecto técnico de um governo. Nós não, nós vimos além. Algo tão importante e cheio de simbolismo que tentar descrever em palavras só diminuiria o seu valor.
Fui a Brasília porque amo aquela cidade, amo tudo o que ela representa. Sim, eu amo política. Fui porque quero contar aos meus netos que eu vi de perto o início do amanhã melhor que eles viverão.
É DILMA NELES 
As 10 coisas que aprendi assistindo bancas de TCC
1- O ambiente acadêmico é uma grande farsa.
2- Sim, existem pessoas burras com diploma.
3- Não, o diploma não faz de você um Jornalista.
4 – Trabalhinhos de telejornalismo II podem ser apresentados como TCC e tirar 10.
5- Imagens tremidas e fora de foco e áudio podre podem ser justificados como conceituais.
6- Há professores que não sabem a diferença entre bibliografia e referências bibliográficas.
7- Quebrar protocolos é bom, desde que não haja nenhum quadrúpede na plateia.
8- Ironia é humor… quando dirigida a pessoas inteligentes.
9- Há pessoas que assistem ou leem seu trabalho uma única vez e acham que sabem tudo sobre ele.
10- Há doutores capazes de defecar frases como “É uma honra participar dessa sua banca de TCC e sentir essa sua vibração gostosa.”
As Aventuras de Phábyo e Thomáz II
Porque respeito é a palavra de ordem na amizade desses dois.

Sobre o Tiririca candidato ao Congresso Nacional
Hoje me deparei com uma das cenas mais engraçadas que eu já vi na vida: a candidatura a deputado federal do Tiririca. O próprio.
Eu achei genial. Pelo menos vai ser um palhaço assumido ocupando uma cadeira na Câmara dos Deputados Federais.
O que me incomodou de fato foram os comentários de um bando de imbecis lamentando o país em que vivem. Isso porque um cara como o Tiririca se atreveu a concorrer a um cargo público.
Ôw idiotas, será que é tão difícil perceber que isso é sinal do amadurecimento da democracia desse “país de merda” em que vocês vivem? Se existe algum problema aí, não é a candidatura em si, mas uma provável eleição do tal palhaço.
Eu acho esse tipo de crítica muito parecida com aquelas sobre a “burrice” do presidente Lula. Burro é você que chama ele de burro. Vai você lá, sair da miséria de um povoado no meio do sertão e se tornar um dos presidentes mais populares e bem sucedidos – para o bem ou para o mal – da história do Brasil. Vai lá, ôw universitariozinho de merda metido a sociólogo.
Lá na faculdade tem…
Passou pra estagiário,
Geral pagando pau.
Agora imagina se fosse
Ancorar o Jornal Nacional.
aaaa
Ôh jererê, jererê
Iam chupar o pau dele.
Grandes encontros na Assembleia Legislativa de SC
Estive hoje fotografando o lançamento do livro Dás um banho, escrito pelo jornalista e professor Paulo Brito. Trata-se da biografia de Roberto Alves, um dos maiores nomes da imprensa esportiva catarinense.
Várias personalidades políticas, empresariais, jornalísticas e desportistas do estado estiveram presentes no hall da Assembleia para prestigiar o lançamento do livro.
Mas parando um pouco com esse texto chato de jornal, quero dizer que o que mais me chamou atenção foram as presenças do ex-PM Sílvio Roberto, personalidade lendária da cidade e o polêmico blogueiro Mosquito, já citado diversas vezes no meu blog. É só olhar ali embaixo.
O Sílvio, pra quem não conhece, é aquele PM que invadiu armado (em 12 de maio de 1986) a extinta emissora RCE de Florianópolis. Ao vivo, Sílvio permaneceu 40 minutos no ar, mantendo os apresentadores reféns (entre eles Roberto Alves, homenageado da noite) sob a mira de 5 revólveres. O motivo: Sílvio queria que o então governador Esperidião Amin cumprisse sua promessa de aumento salarial para os praças da polícia militar de SC.
O assunto será tema do documentário que eu vou apresentar como Trabalho de Conclusão de Curso no final desse ano.
Vamos às fotos.

Sílvio e Mosquito exibem seus livros.

Sílvio recebe o livro autografado das mãos de Roberto Alves

Sílvio mostra a dedicatória de Roberto.

Renan, o novo goleiro da seleção, pede autógrafo de Roberto Alves.
Íntegra da primeira entrevista do Mosquito
Esta é uma edição feita em cima da primeira entrevista concedida por Amilton Alexandre (Mosquito) depois do polêmico caso de estupro envolvendo adolescentes da classe média alta de Florianópolis.
São 40 minutos de áudio dividos em 4 partes montados com as 80 fotos feitas na noite da entrevista feita por mim e pelo repórter Rafael Balbinotti do jornal laboratório Zero do curso de Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina.
Parte 01 – Surgimento do blog
Parte 02 – Vida de blogueiro e diploma de jornalismo
Parte 03 – Imprensa catarinense
Parte 04 – Caso do estupro
Lá na faculdade tem…
Gente que faz trabalho
Sem mal ter lido a obra.
Puta que pariu, caralho
Eita bando de cobra.
Ô jererê, jererê.
(mas calma que tá acabando)
Sobre a merda que é perder a carteira
Uma das coisas que mais me assustam só de pensar aconteceu. Perdi a minha carteira. Novinha, recém comprada, quase uma vida dentro.
Perdi a desgraçada no ônibus da maior empresa de transporte urbano de Florianópolis. Quando dei falta, já estava longe de Floripa, a caminho de Chapecú(ó). Desesperei.
Recebi a solidariedade dos colegas da Assembléia e em poucas horas já havia amealhado quase 500 reais. o.O Tenso!
Na parada para o almoço, frio pra caralho na cidade, recebi a ligação da mocinha da tal empresa. ‘Acharam sua carteira’. Aleluia. ‘Sem dinheiro’. Novas. ‘Mas todos o documentos dentro’. Relaxei.
Agora, três dias depois do incidente, vou feliz buscar minha carteira na garagem da dita cuja. Longe que só a porra daqui de casa. Lá, um débil mental estagiário, sozinho, me diz que não tem a chave do achados-e-perdidos. Só segunda. Massa, fera! A palavra mais bonita que eu disse foi filho-da-puta.
Agora tô em casa, indigente, 100 reais no bolso, emprestados, até segunda.
Abaixo uma lista de coisas que eu aprendi com essa lição:
1-Como eu imaginava, existe aquilo que eu chamo de honestidade seletiva, quem achou minha carteira foi honesto para devolver, mas foi escroto o suficiente para receber sua recompensa de 15 reais direto da fonte.
2-Empresários do transporte público confiam seus veículos a adolescentes que ganham 500 reais por mês;
3-Determinados documentos não são tão necessários assim;
4-Alguns desconhecidos podem ser mais solidários que certos amigos;
5-Andar de ônibus é bom, mas é uma merda;
6-É necessário estar com o cartão de crédito para fazer saques sem cartão de crédito nos TA’s do maior banco público do país;
7-Falsidade ideológica não deveria ser crime em casos de urgência. (brincadeira hein!)
Sobre o Passe Livre
Quinta-feira passada, 13 de maio, estive na manifestação contra o aumento da passagem de ônibus aqui em Floripa. Lembrei da minha época de manifestante quando aluno do ensino médio no cefet do Ceará. Bons tempos.
Sempre ouvi gente falando que a maioria não sabe o que tá fazendo ali. Sabe sim. A diferença está na maturidade e no nível de politização de cada um. Mas todos ali sabem perfeitamente as implicações de se ter uma das tarifas mais caras do país (R$ 2,95).
Se você não acha válida a luta, pelo menos tenha consciência de que muitas conquistas sociais e políticas, incluindo a volta da democracia, foram às custas do sangue dessa massa que você chama de alienada.
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